Nada (ou tudo) contra pessoas invejosas, afinal, cada pessoa é aquilo que é... Infelizmente, tem algumas pessoas que não se contentam em ser apenas "invejosinhas", daquele tipo que se rói de vontade de ser igual a Angelina Jolie, essas pessoas más, gostam mesmo de prejudicar os outros. Tarde dessas eu estava assistindo a novela O Clone, não que eu siga a novela, até porque o horário não é “auspicioso” e além do mais, foi uma novela que não gostei. Não apreciei o tema, a ambientação e principalmente, a maneira fantasiosa como o pobre povo marroquino foi retratado. Aquelas pessoas dançando por qualquer motivo e a qualquer hora, no maior clima de "pastelão", simplesmente me irritava. Mas entrei no assunto da novela para falar de uma personagem diabólica que figura por lá, a Alicinha, interpretada pela Cristiane Oliveira. A mulher é a maior figura! Traiçoeira, maledicente, venenosa e acima de tudo: Invejosa. A cobiça dela não tem limites, tudo que ela vê, ela quer e pior... não mede esforços para obter o que não é seu. Conseguir o bem ou posição alheia para ela é um troféu. Nota-se que assim que ela atinge o alvo, ela abandona o bem tão desejado, simples... é como se a a “coisa” tivesse perdido o encanto. Nem sempre o invejado é alvo por ter dinheiro, às vezes a cobiça é por amigos, status, cargo e beleza. Já fui, inúmeras vezes, alvo das invejosas de plantão, claro que não pela minha beleza e nem pelos meus olhos incrivelmente azuis... * muitos risos*, mas simplesmente pela minha alegria de viver. Isso mesmo. Tem gente que não pode ver ninguém feliz, de bem com a vida que quer logo acabar com a “festa”. E olha que eu nem tenho culpa de ser assim... "simpatiquinha". Sei que existem pessoas assim ao meu redor, seres que ficam à espreita de um erro ou de um deslize de quem quer que seja para lhe causar prejuízo, isso também é inveja. Estava lendo o Diário Eletrônico e em uma audiência criminal, o Juiz pergunta à testemunha se alguém poderia ter “armado” para a acusada, ao que ela responde: __ Não sei se armaram pra ela, mas na nossa rua ela tem muitos inimigos porque a casa dela é a maior e mais bonita, e por isso os vizinhos acham ela “metida”. Vejam só... os vizinhos a consideram uma “inimiga” porque a situação financeira dela é melhor que os demais... isso é inveja pura! Às vezes o invejoso vem disfarçado em pele de cordeiro, finge ser seu “amiguinho”, seu “camarada” para “colher” informações e poder te derrubar com mais facilidade. Tenho ficado muito “esperta” com as pessoas que me rodeiam e sempre que noto algo “sinistro” nesse sentido, pulo fora. Não vou dar chance para o azar. Já postei várias vezes sobre a inveja, mas agora vou mandar logo o recado: Quero bem longe de mim todas as “Alicinhas” que existirem no meu universo! Estão ouvindo??? Ou melhor... estão lendo?? Então... Sai de perto de mim com sua inveja, seu “olho gordo” e com sua ambição desmedida. Vade Retro! O que é meu o boi não lambe! Beijos da Feia para todos... menos para as invejosas, claro!!!
Blog de crônicas, notícias e outras "cositas" mas. O "Coisas de Lu" tem ainda notícias, informações e pode ser um canal de comunicação entre nossos mundos. Você também pode publicar aqui. Basta me enviar um e-mail. Sejam bem vindos!
terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um mal em mim.
Tenho notado que em determinadas situações tenho tido um comportamento diferente do que o habitual. Tenho me sentido, ou melhor, me notado por muitas vezes mesquinha e egoísta. Sei que vou espantar alguns com esta afirmação, mas quando decidi escrever sobre comportamento, principalmente sobre o meu, optei pela sinceridade e pela análise profunda dos sentimentos e ações. Não quero me isentar de culpa, mas acho que tenho me deixado contaminar por pessoas que agem assim. Infelizmente, nós, seres humanos, estamos suscetíveis a contágios diversos, seja por bactérias, vírus, germes, bacilos e até por sentimentos bons ou perniciosos como a inveja, ganância, mesquinharia e outras “enfermidades” da alma que afligem os “simples mortais”. Sei que eu disse outras vezes que vigiaria para que isso não acontecesse, mas, considerando que sou uma simples mortal, não posso me culpar se a "perfeição" não me acompanha nas 24 horas do dia. Infelizmente a ciência ainda não conseguiu produzir vacina para as infestação desse tipo, mas podemos nos prevenir ou remediar, que é o que estou fazendo agora. Como percebi esse “mal” em mim, estou tentando consertar o que fiz de errado enquanto cometida pelo ataque da mesquinharia e prometendo a mim mesma, não me deixar contagiar novamente por sentimentos tão pequenos e desprezíveis. Dureza mesmo é quando temos essas atitudes e não as reconhecemos em nós, reparamos no vizinho, no colega, no amigo e na família, mas não admitimos a possibilidade de estarmos incorrendo no mesmo erro. Creio que a “cura” começa exatamente no reconhecimento da “doença” e na aceitação do tratamento, que na sua fórmula, entre outros “componentes”,encontra-se o mais importante: Uma grande e generosa dose de amor. Devemos ficar atentos para o seguinte detalhe do contágio de sentimentos: Assim como nos contagiamos com o mal, podemos ser contaminados pelo bem. Já vi pessoas serem "infestadas" pela generosidade, altruísmo, amabilidade e por um desejo incontrolável de ser útil, muitas delas descobrindo, inclusive, o voluntariado como uma nova forma de viver feliz. Beijos e desejo que se você tiver na rota de contaminação, que seja única e exclusivamente pelos vírus do bem.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Morte: Mais democrática impossível!!!
Um dia desses, (gosto de deixar a data aberta, assim tenho uma sensação de eternidade) recebi uma mensagem de texto por telefone que dizia apenas: O Théo foi embora. Se tivesse recebido esse sms de qualquer outra pessoa, talvez pensasse: Foi para onde? Porque? Mas como já sabia do que se tratava, sabia perfeitamente o que a mensagem queria dizer. Meus amigos de Paranaguá estão passando por uma dura provação de percas importantes. O Jhony, irmão da minha amiga Lis “partiu” há uns 2 anos, semana passada foi seu outro irmão, o Zéco e agora foi seu sobrinho de apenas 13 anos o Théo, que vem a ser filho do Jhony. Falei com ela e confesso que as palavras me faltaram. O que dizer nessas horas? O que oferecer além da amizade? Como confortar uma pessoa que perde três pessoas tão queridas em tão pouco tempo? Fiquei horas pensando sobre o assunto. Pensei muito na inexorável força da morte e do quanto somos impotentes diante dela. Mas pensando bem, acho que ela não é tão má, sendo certamente a coisa mais democrática do mundo, tanto que não olha cor, idade, sexo e principalmente poder aquisitivo. Ainda bem... já pensou se a morte fosse decidida por algum ser humano? Certamente que teríamos alguns privilegiados que viveriam quase para sempre, só partindo mesmo quando não lhe sobrasse mais nenhum centavo para “gastar” pela vida e em contrapartida outros que, nem bem abririam os olhos e já estariam na cidade “dos pés juntos”. Para a fatídica e muitas vezes bondosa morte, não existe o bom e o mal, fenecem os extremamente generosos e os maleficamente maus. Imagine você que me lê, se ao invés da escolha seletiva da senhora morte, quem deliberasse sobre qual pessoa iria “bater as botas” ou não, fosse um simples mortal, e supomos que, por infelicidade do destino esse “selecionador” já tivesse sido assaltado umas 3 ou 4 vezes... ou... pior... se fosse o próprio assaltante ou uma pessoa odiosa e repugnante. Pense nas hipóteses e tente adivinhar que caos seria. Sei que Deus na sua infinita sabedoria e justiça não permitiria que isso acontecesse, mas por vezes nos fazemos a seguinte pergunta: Porque o Théo foi embora se ele só tinha 13 anos, era bom, amável e generoso? Porque há tantos criminosos e bandidos com conseguem uma vida longeva, uns chegando até mais de 90 anos? Infelizmente não tenho a resposta e pra dizer a verdade, nem sei quem a tem com completa razão. O que sei é que o Théo foi embora, assim como a minha amada amiga Jê, o Jhony, minha eterna cunhada e “irmãzinha” Regina, o Zéco, meu avô, minha tia Clara e tantas outras pessoas que eu queria tão bem. Claury, Lis, Ariane e toda família Jesus, não fiquem tristes, vamos imaginar que o Jhony, Zéco e o Théo agora estão juntos, conversando, brincando, fazendo música e que tiveram um feliz encontro com todos aqueles da família Jesus que já os aguardavam com ansiedade. Pensemos também que, logo, espero que não tão logo assim, estaremos por lá, fazendo aquela grande reunião festiva que fazíamos nos tempos do “Pão e Vinho”, lembram?? Pois é... bola pra frente que atrás vem gente e já veio... a netinha do Tinco, os filhotinhos da Bel e da Ise e tantos outros que estão na “linha de produção”, esperando o momento certo de chegar e alegrar os nossos dias. Não sintamos "raiva" da morte, é o seu ofício, a sua missão e olha que muitas vezes, ela é mais desejada do que a própria vida... mas isso é um papo para outra postagem. Beijos e celebremos com alegria então, a alta rotatividade da vida!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Receba a cura. Não tenha medo de ser feliz!
Voltemos ao assunto da última postagem... Como eu ia dizendo, existem algumas pessoas que acham que o ato de ficarem curadas afastará as pessoas. Afastará mesmo! Natural. As pessoas se afastam de quem este sempre "doente", deprimido, chato e entediado e depois, quando acham que você está bem, se afastam também. Mas você queria o quê? Queria que as pessoas ficassem 24 horas ao seu dispor? Te paparicassem o tempo todo? Assim que as pessoas percebem que você está melhor, cada um vai cuidar de si, afinal, a vida continua. Talvez seja por isso que tem gente que se recusar a tratar-se... a ficar bem. Sabe que quando estiverem bem, terão que enfrentar a realidade do dia a dia. Isso aconteceu comigo. Eu sabia que a partir do momento que eu estivesse “curada” ou sentindo-me melhor, teria que voltar ao mudo real. Sabia que teria que enfrentar problemas e principalmente, voltar a conviver com as pessoas, você quer coisa mais difícil que isso? Não sei dizer quantas vezes chorei por me sentir magoada por "A" ou "B". Algumas vezes até ouvi comentários maldosos referentes ao meu estado de saúde, mas ignorei. No início, assim que voltei ao mundo dos “vivos”, eu ainda estava um pouco fragilizada pelos meses que ficara doente, mas as pessoas não se importam com isso. Ninguém leva em conta os sofrimentos pelos quais você passou, ninguém se coloca no seu lugar e pior... ninguém quer ter que “aturar” uma pessoa que ainda está em recuperação. Os colegas querem saber que você está ali e se “está ali” é porque está bem. Quando eu estava em tratamento, sempre dizia que as piores doenças são aquelas que os outros não podem ver. Se você está com o braço quebrado, ou com uma conjuntivite, todo mundo vê, mas e aquelas doenças que ficam imperceptíveis aos olhos humanos? Temos que ponderar ainda que as pessoas sentem preconceito com os portadores de doenças ditas “emocionais”. Basta você dizer que irá consultar um psiquiatra para que as pessoas arregalem os olhos e fiquem com a expressão de medo visível no rosto. Acho que muitas pessoas ainda pensam que só os ditos “loucos”, esquizofrênicos e psicopatas precisem de tratamento. Eu sobrevivi a tudo isso. Enfrentei a doença física e emocional, superei as dificuldades da volta e até hoje mantenho batalhas diárias contra o baixo astral e eventualmente contra as “dorzinhas” que tentam se aproximar de mim. Posso falar com conhecimento de causa que é difícil lutar contra as depressões, os estresses, as ansiedades e tantos outros males que podem nos afligir, mas de camarote também posso afirmar que se você realmente quiser você pode recusar-se a aceitar que esses males se apossem de vocêpara sempre. Lute. Reaja. Receba a cura. Não tenha medo de ser feliz. Não se conforme com o papel de "coitadinha" ou "pobrezinho". Tome as rédeas da sua vida... do seu destino. Eu fiz isso. De vez em quando você poderá ter uma ou outra recaída, mas creia, além de normal, será muito pequena se a sua vontade de ser feliz for maior. Desejo que você que está passando por isso encontre o seu caminho de cura e de felicidade. Super, hiper, mega beijo.
Estar "vivo" requer coragem. Requer uma série de sacrifícios.
Não é segredo para ninguém que estive muito doente e por um longo tempo. Até hoje não entendi muito bem o que aconteceu comigo, acho que nem os médicos que me acompanharam poderiam explicar com exatidão o que houve. De repente, como num passe de mágica às avessas, tudo começou a dar errado para mim. Os sintomas físicos apareciam e olha que não eram poucos. As vezes se via uma coisa ou outra nos exames, mas na maioria das vezes, era como se eu não tivesse nada. Na verdade, tive uma sucessão de males, o que culminou com um estado doentio grave. Era como um efeito dominó: uma coisa trazia outra. Foram meses e meses de tratamentos com ortopedista, reumatologista, fisioterapeuta, psiquiatra, psicólogo e sabe Deus mais o que! Não tenho idéia de quanto gastei com medicamentos. Resumindo em rápidas pinceladas: Foi uma barra para mim e para minha família. Comecei o processo de recuperação com o passo mais importante: a vontade de ficar curada. Eu sabia que todo o mal era oriundo do estado emocional abalado, afinal, eu havia acabado de sair de uma grave crise que acabou abalando todas as estruturas em todos os aspectos da minha vida. Além do corpo doentio eu tinha uma alma fragilizada que juntos, me causaram depressão, angústia, ansiedade e muitas outras coisas, que eu nem sabia o nome. Eu estava “chata” e insuportável e confesso que muitas vezes, nem eu mesma me suportava. Não passava um dia sequer sem que eu sentisse muita dor. As dores se resumiam em fracas e fortes, mas eram constantes e eu acho que só não doía meu cabelo. Com o tempo, comecei a perceber que as pessoas estavam se afastando de mim e que não tinham mais a mesma paciência. Hoje juro que entendo que é muito difícil conviver com uma pessoa que fala em doença o tempo todo, que reclama incessantemente e que tem uma carência exacerbada 24 horas por dia. Pois eu estava assim! Só sabia falar sobre mim e sobre o que eu sentia. Um dia me toquei... comecei a analisar a situação e tomar consciência que, ou eu revertia a situação ou eu iria acabar completamente e "rabujentamente" só. Creio que no auge dos meus tormentos eu não queria me tratar, talvez o papel de “coitadinha” me caísse “bem”. Coisas de uma mente doente. Quando vi o fundo do fundo do poço, resolvi colocar um ponto final em tudo. Aceitei iniciar o tratamento e dar uma guinada na minha vida. Eu sabia que ficar curada me traria responsabilidades, me colocaria novamente no mundo dos “vivos” e estar “vivo” requer coragem. Requer uma série de sacrifícios. Libertar-se para mim queria dizer: voltar a ter independência! Eu sei que algumas pessoas que passam pelo que eu passei não querem essa "cura". Muitas preferem passar o resto das suas vidas deprimidas, emergidas em um mundo de lamentações e murmurações. Não é fácil sair do “buraco” sozinha! Fui ajudada por pessoas que me amam e que ficaram ao meu lado e graças ao carinho e apoio delas eu pude “dar a volta por cima”. Faço absoluta questão de continuar com esse papo na próxima postagem... Tenho certeza que existem muitas pessoas enfrentando a “barra” que eu enfrentei e que talvez estejam na dúvida entre a cura e o comodismo. Beijos da Feia, hoje, feliz.
NÃO SOU SUPOSITÓRIO DIET!!
Há uns dois anos fui apresentada por uma amiga a uma “moça”. A pessoa em questão, é amiga da minha amiga. No mesmo dia em que a conheci, tive a nítida impressão de que ela não fora muito com a minha cara. Passados alguns dias, cheguei a comentar com minha amiga da minha desconfiança, ao que ela me tranqüilizou dizendo: Não esquenta, ela é assim mesmo. Depois de dois anos ou um pouco mais, ainda continuo com a mesma sensação, e ontem, como tínhamos sido convidadas para um mesmo evento, tornei a tecer comentários sobre o assunto, minha amiga pacientemente me disse: Lú, é o jeito dela, ela precisa conhecer a pessoa, com o tempo ela vai ser sua amiga também, e como ela nunca falou nada, acredito que ela goste de você, tenha paciência que um dia ela “te aceita”. O que??? Imediatamente comecei a falar um monte de impropérios à pobre da minha amiga, que ris sem parar, aliás... rimos muito juntas. Você que acompanha o Feia, raciocine comigo: Você acha que eu tenho tempo para esperar alguém gostar de mim? Nem quando eu era solteira eu gostava dos rapazes “difíceis”. Tentava a primeira vez, talvez uma segunda, se eu visse que o cara era “complicadinho” eu pulava fora. Não tenho vocação para aturar pessoas que ficam fazendo “ânus glicosado”, popularmente conhecido como: “cu doce” e é por isso que digo que não sou supositório diet. Gosto de pessoas doces, simpáticas, expansivas e pelo amor de Deus, “fáceis”. Tenho tanta coisa para fazer que acho uma profunda perca de tempo ficar me preocupando em como conquistar a amizade de alguém. Sou sincera, sou objetiva e quem não gostar imediata ou quase imediatamente da minha pessoa, sinto muito! Não vou me desgastar tentando mostrar e ainda por cima provar que sou uma pessoa “bacaninha” e que posso ser uma amiga leal e confiável. Não gasto meu tempo com pessoas esnobes e demasiadamente “seletivas”, não quero esquentar minha feia cabecinha com uma pessoa que vive o tempo todo fazendo “cara de alguém peidou aqui”. Tenho dito. Se você quer ser meu amigo ou amiga, por favor, seja maleável e não seja tão criterioso e exigente, pelo menos comigo. Dê uma primeira olhada e se você achar que eu mereço, me dê seu melhor sorriso, me dê um pouco de carinho e atenção que eu prometo solenemente retribuir na mesma media e se não for exatamente na mesma quantidade, pode ter certeza de que você sairá sempre ganhando. Beijos da Feia e excelente final de semana para todos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
NÃO SOU SUPOSITÓRIO DIET!!
Há uns dois anos fui apresentada por uma amiga a uma “moça”. A pessoa em questão, é amiga da minha amiga. No mesmo dia em que a conheci, tive a nítida impressão de que ela não fora muito com a minha cara. Passados alguns dias, cheguei a comentar com minha amiga da minha desconfiança, ao que ela me tranqüilizou dizendo: Não esquenta, ela é assim mesmo. Depois de dois anos ou um pouco mais, ainda continuo com a mesma sensação, e ontem, como tínhamos sido convidadas para um mesmo evento, tornei a tecer comentários sobre o assunto, minha amiga pacientemente me disse: Lú, é o jeito dela, ela precisa conhecer a pessoa, com o tempo ela vai ser sua amiga também, e como ela nunca falou nada, acredito que ela goste de você, tenha paciência que um dia ela “te aceita”. O que??? Imediatamente comecei a falar um monte de impropérios à pobre da minha amiga, que ris sem parar, aliás... rimos muito juntas. Você que acompanha o Feia, raciocine comigo: Você acha que eu tenho tempo para esperar alguém gostar de mim? Nem quando eu era solteira eu gostava dos rapazes “difíceis”. Tentava a primeira vez, talvez uma segunda, se eu visse que o cara era “complicadinho” eu pulava fora. Não tenho vocação para aturar pessoas que ficam fazendo “ânus glicosado”, popularmente conhecido como: “cu doce” e é por isso que digo que não sou supositório diet. Gosto de pessoas doces, simpáticas, expansivas e pelo amor de Deus, “fáceis”. Tenho tanta coisa para fazer que acho uma profunda perca de tempo ficar me preocupando em como conquistar a amizade de alguém. Sou sincera, sou objetiva e quem não gostar imediata ou quase imediatamente da minha pessoa, sinto muito! Não vou me desgastar tentando mostrar e ainda por cima provar que sou uma pessoa “bacaninha” e que posso ser uma amiga leal e confiável. Não gasto meu tempo com pessoas esnobes e demasiadamente “seletivas”, não quero esquentar minha feia cabecinha com uma pessoa que vive o tempo todo fazendo “cara de alguém peidou aqui”. Tenho dito. Se você quer ser meu amigo ou amiga, por favor, seja maleável e não seja tão criterioso e exigente, pelo menos comigo. Dê uma primeira olhada e se você achar que eu mereço, me dê seu melhor sorriso, me dê um pouco de carinho e atenção que eu prometo solenemente retribuir na mesma media e se não for exatamente na mesma quantidade, pode ter certeza de que você sairá sempre ganhando. Beijos da Feia e excelente final de semana para todos.
domingo, 15 de maio de 2011
Mulher feia tem que ser mega competente. Será?
"menino lindo"
Calma!!! Essa frase não é minha... é do Ed Motta. Confesso que a princípio pensei que a frase estaria correta, mas depois, repensei e olhei para mim: Sou feia e nem sou tão competente assim. Será que o fato de eu não ser super, hiper, ultra e mega competente me deixa em desvantagem perante as bonitonas? Na frase, ele ainda critica Paula Toller, dizendo que ela é linda, burra e sem talento. Oras meu caro Ed, não vou ficar chateada com você, até porque acompanho sua carreira e sei que você é assim mesmo: polêmico, controverso e lastimavelmente FEIO. Vocês que me acompanham devem concordar comigo, o Ed Mota pelado deve ser uma coisa pavorosa... “Deusmelivre”! O Ed é incrivelmente inteligente e canta hiper bem, mas isso não o deixa nem um pouco parecido com o Rodrigo Santoro, por exemplo, que é culto, talentoso e ainda por cima LINDO! Mas não é disso que quero falar... quero dizer que me sinto bem sendo feia e digo mais: não preciso ser uma SUPER MULHER para ser aceita por quem quer que seja. Quem gosta de mim, ou de outra mulher feia qualquer, vê em nós mais que um “corpinho feio”, temos alma generosa, somos simpáticas, engraçadas e conseguimos mostrar que nem só de beleza vive o homem. Porque as pessoas acham que as desprovidas de beleza precisam estar se superando em tudo? Não é assim... não precisamos ser “maratonistas” sexuais para sermos amadas... e vamos combinar: ser linda não confere certificado de “boa de cama” a ninguém. Ainda bem que a natureza é democrática, distribuiu “borogodó”” sem olhar para a aparência. Já pensou se isso tivesse ficado a cargo do Sr. Ed Motta? Eu estaria “lascada”... eu mais milhares de mulheres. Agora... me pergunto: O que leva uma pessoa a ter esse tipo de pensamento? Será que pessoas assim sabem ver as mulheres com quem convivem com um olhar que não seja avaliador? Gosto de homens inteligentes porém sensíveis. Aprecio o ser humano que consegue ver além do que os olhos conseguem enxergar, pessoas que sabem que a beleza é importante, mas que não é essencial. Dizem que hoje não existe mais mulher feia, existe mulher pobre... Estive pensando e sinceramente, não sei se de repente eu ganhasse muito... mas muito dinheiro, se teria coragem de me transformar toda, passar por inúmeros procedimentos cirúrgicos para ser uma mulher linda... Claro que se fizesse isso, teria que mudar o nome do blog e essa idéia não me agrada nem um pouquinho... ou agrada? Imagine: www.lindaricaeburra.blogspot.com *rindo muito aqui* Enquanto não chego a um consenso sobre isso, fecho com um recadinho para quem pensa como o Ed Mota e para o próprio : Ou você compra um espelho,que tem que ser bem grande, diga-se de passagem, ou começa a mostrar seu outro lado. Sinto muito ter que te informar que além de muito FEIO por fora, você aparenta ser HORRÍVEL por dentro. Beijos da Feia para todos, até pra você Ed.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O FIM DO MUNDO
Na noite de terça para quarta-feira, (10/05), eu tive um pesadelo horrível: Sonhei que o mundo estava acabando. Estavam prevendo um grande maremoto, tsunami ou coisa assim e ele realmente aconteceu. Foi chocante, eu tentava me salvar de todas as formas e ficava o tempo todo me perguntando se iria conseguir ou não. Aliás, tenho tido esse tipo de sonho constantemente. Alguns dias antes do tsunami que varreu o Japão, eu tinha sonhado com uma grande catástrofe natural. Como acontece sempre, acordo assustada e tentando desvendar o motivo do sonho. Fico imaginando qual o significado e se tem alguma relação com algo que esteja acontecendo na minha vida. Eu creio em revelações e sei que Deus fala conosco através dos sonhos, mas sei também que várias coisas interferem na nossa ligação com Ele e mais, que nem sempre o sonho pode ser “sinal” de alguma coisa. Não quero me apegar com crendices e interpretações populares e ficar neurótica com isso. Tenho visto muitas notícias horríveis nos jornais e sei que nosso estado emocional influencia diretamente na qualidade do nosso descanso, agora imagine eu que sou do tipo hiperativa e que vivo com um “tsunami” dentro do peito... penso e quero fazer muitas coisas ao mesmo tempo e o pior é que quero fazer muito bem todas elas. Claro que isso deve criar um nó na minha cabeça e sem que eu saiba, meu cérebro deve comentar com o restante do corpo que me acha “meio” doida! Como ele não tem como me “falar” isso...fica me mandando recadinhos e mensagens através dos sonhos. Vejam bem... não sei se isso é científico... estou apenas conjeturando os fatos. Então...continuando... na quarta-feira, choveu muito a tarde e eu não fui caminhar, aproveitei para lavar roupas e quando eu estava bem “faceira” no meu momento de Emengarda, eis que o rádio anuncia que o mundo vai acabar dia 21 de maio. Eu gelei. Desliguei a torneira, parei tudo e fiquei atenta à notícia. O locutor dizia que uma seita dos EUA previa o final dos tempo, confira na matéria. Achei uma incrível coincidência e no dia seguinte passei a notícia sinistra para meus colegas e fazia alguns questionamentos, do tipo: Será que teremos aumento antes do dia 21? Se o pagamento sair, devo pagar as contas? Estarei entre os que vão para o céu? O líder da tal seita afirma que só 170 milhões de pessoas irão subir. Será que terei tempo de pedir perdão ou perdoar meus desafetos? Será que conseguirei dizer a tempo para as pessoas o quanto eu as amo? Pois é... pelo sim pelo não...vou começar por onde eu acho mais fácil: Dizer o quanto você é importante para mim e o quanto eu me sinto gratificada por ter a sua amizade. Ah... se o mundo não acabar dia 21 e se a gente ainda não se conhece, que tal pensar no assunto? Super beijo da Feia.
domingo, 1 de maio de 2011
Pimenta nos olhos dos outros... vc já sabe, né?
Um dia desses, uma conhecida comentava comigo que seu marido estava tendo um caso com uma moça bem mais jovem e que isso a estava fazendo sofrer muito. Na verdade, ela me confidenciou que não é a primeira vez e que o “dito cujo” sempre faz dessas. Ela disse que ele não faz questão de esconder os casos e que sempre que ela “descobre” ele faz drama: pede perdão; Jura que a ama; Que nunca mais fará isso; Que com as outras é só sexo; Que a mulher da vida dele é ela e por aí vai... Ela na verdade sabe que a cena sempre vai se repetir, a história é a mesma, a diferença está só na mulher que será a “outra”. Falei várias coisas para ela, disse que ela ganha bem e não precisa passar por isso, que se venderem os bens que juntos adquiriram, ela ainda ficará com uma boa quantia que será suficiente para que ela não passe nenhum tipo de aperto e ainda more muito bem. Depois pensei muito em tudo que estava acontecendo e lembrei-me das muitas dificuldades que ela narrara que já passara junto a esse homem, que hoje é muito bem sucedido, está em uma fase muita boa o que garante a ela uma vida repleta de regalias. Consegui colocar-me no lugar dela e fiquei me questionando: Será que eu largaria o “osso”? Conversei com ela essa semana em outro tom, falei que sinceramente eu não saberia se largaria o osso que hoje está tão “cheinho” de carne depois de ter roído osso tão “sequinho” por tanto tempo. Onde eu quero chegar com toda essa balela: Quero dizer que é muito fácil criticarmos e darmos conselhos quando o problema não é conosco. É fácil condenar os adúlteros, as moças que praticam o aborto, as prostitutas e até mesmo as mães que jogam os bebês no lixo e tantas outras pessoas que praticam atos reprováveis pela nossa sociedade. Será que estamos parando para analisar os motivos que levam as pessoas a aceitarem essa ou aquela situação? Será que estamos pensando que alguns atos podem ser por doença ou desespero? Deus me proporcionou a benção de ser amiga de uma das melhores pessoas que conheci e certa vez ela me confidenciou que fora “seduzida” quando tinha 13 anos e engravidou de um cafajeste, a mãe dela ficou muito abalada e preocupada com seu futuro e não encontrou outra saída a não ser “obrigá-la” a cometer um aborto. Nunca julguei minha querida amiga, que hoje já é falecida, fiquei sempre imaginando como deve ter sido difícil para ela, uma criança... e que mesmo sendo uma criança na época, nunca havia esquecido e de certa forma culpava-se pelo acontecido. Então... é extremamente criticarmos e quem sabe até nos colocarmos na situação da pessoa, difícil mesmo é SER a pessoa, complicado é estar passando por horrores e ficar sem “ação”, sem saída, encurralada. Minha mãe, que sempre tem um ditado dos os momentos, diz: “pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Prometo que vou tentar não dar meus conselhos sem analisar cada situação. Quero olhar os fatos sem as hipocrisias que a sociedade conseguiu implantar em mim e mais que isso, olhar para a pessoa com compaixão para não julgá-la. Beijos da Feia e ótima semana para todos nós.
Exercício da Compaixão.
Estava dentro do avião, trecho Curitiba/Macapá e eram 20h34min, do dia 18/04 quando comecei a analisar e refletir sobre uma cena que havia presenciado no aeroporto Tom Jobim: Um rapaz tratou muito mal e humilhou um atendente de um daqueles cafés que funcionam nas salas de embarque. Era minha vez de ser atendida e ao olhar o rosto triste do jovem, tentei animá-lo dizendo: “Não esquenta. Sinta pena... ele não merece mais que isso. Imagine que o fato de você não ter revidado te faz muito melhor do ele.” Ele sorriu e agradeceu. Após pensar... e pensar sobre o ocorrido, consegui entender ou "nomear" algo que há muito estava sentindo. Eu sabia que o que eu sentia tinha nome, só não havia encontrado uma palavra que o definisse. Um dia, expus o que pensava sobre o assunto para uma amiga, expliquei que quando alguém fazia algo que me desagradava, antes de eu ter acessos de fúria e revidar, eu analisava o perfil da pessoa e os motivos para que ela agisse assim. Hoje é diferente, faço-me algumas perguntas do tipo: Quanto essa pessoa ganha? Quais os problemas que ela enfrenta no seu cotidiano? Será que ela está com muitos problemas e por isso está tão estressada? Muitas vezes cheguei mesmo a comparar a minha vida com a da pessoa na intenção de, talvez, justificar os seus atos. Inúmeras vezes consegui me conter e olhar para a pessoa com certa misericórdia, tendo inclusive contornado a situação de maneira satisfatória, recobrando minha estabilidade emocional. Hoje finalmente entendo que o que sinto chama-se COMPAIXÃO. Isso mesmo, o sentimento de compaixão pode nos ajudar a olhar com carinho para os seres “toscos” e às vezes “brutos” que eventualmente aparecem no nosso caminho, dando-nos, inclusive, a oportunidade de lançar para essas pessoas um olhar de piedade e ao mesmo tempo de agradecimento por eles nos possibilitarem um crescimento, um amadurecimento e um entendimento melhor de tudo que ocorre ao nosso redor. Ainda estou aprendendo, “treinando” e sei que não é fácil, mas acredito que a compaixão possa ser exercitada e posteriormente virar um hábito salutar. Se colocarmos isso como uma atitude extremamente necessária para vivermos melhor, iremos conseguir com mais facilidade. Que tal começar o exercício da compaixão hoje mesmo? Pense nisso. Beijos da Feia.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Exercício da Compaixão. Experimente! *em construção*
Estava dentro do avião, trecho Curitiba/Macapá e eram 20h34minh, do dia 18/04 quando comecei a analisar e refletir sobre uma cena que havia presenciado no aeroporto Tom Jobim, quando um rapaz, tratou muito mal e humilhou um atendente de um daqueles cafés que funcionam nas salas de embarque. Era minha vez de ser atendida e ao olhar o rosto triste do jovem, tentei animá-lo dizendo: “Não esquenta. Sinta pena... ele não merece mais que isso. Imagine que o fato de você não ter revidado te faz muito melhor do ele.” Após pensar... e pensar sobre o ocorrido, consegui entender ou nomear algo que há muito estava sentindo. Eu sabia que o que eu sentia tinha nome, só não havia encontrado uma palavra que o definisse. Um dia, expus o que pensava sobre o assunto para uma amiga, expliquei que quando alguém fazia algo que me desagradava, antes de eu ter acessos de fúria e revidar, eu analisava o perfil da pessoa e os motivos para que ela agisse assim. Fiz-me algumas perguntas do tipo: Quanto essa pessoa ganha? Quais os problemas que ela enfrenta no seu cotidiano? Será que ela está com muitos problemas e por isso está tão estressada? Muitas vezes cheguei mesmo a comparar a minha vida com a da pessoa na intenção de, talvez, justificar os seus atos. Inúmeras vezes consegui me conter e olhar para a pessoa com certa misericórdia, tendo inclusive contornado a situação de maneira satisfatória, recobrando minha estabilidade emocional. Hoje finalmente entendo que o que sinto chama-se COMPAIXÃO. Isso mesmo, o sentimento de compaixão pode nos ajudar a olhar com carinho para os seres “toscos” e às vezes “brutos” que eventualmente aparecem no nosso caminho, dando-nos, inclusive, a oportunidade de lançar para essas pessoas um olhar de piedade e ao mesmo tempo de agradecimento por eles nos possibilitarem um crescimento, um amadurecimento e um entendimento melhor de tudo que ocorre ao nosso redor. Ainda estou aprendendo, “treinando” e sei que não é fácil, mas acredito que a compaixão possa ser exercitada e posteriormente virar um hábito salutar. Se colocarmos isso como uma atitude extremamente necessária para vivermos melhor, iremos conseguir com mais facilidade. Que tal começar o exercício da compaixão hoje mesmo? Pense nisso. Beijos da Feia.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Curitiba já foi melhor!
Cheguei em Curitiba na segunda-feira, dia 11/04, a noite. Curitiba continua linda, porém, com problemas tão grandes quanto as suas belezas. Já no taxi, o motorista teceu comentários sobre a violência, disse que fora assaltado mais de 4 vezes e que estava assustado com o crescimento dos ataques aos colegas de profissão. Deus graças à Deus por estar quase se aposentando e poder deixar de ser taxista, o que ele considera hoje uma profissão de alto risco. Saí na terça para aquele passeio tradicional na Rua XV e claro, visitas às lojas. Não vi nada de aterrador no centro, para mim, aparentemente tudo estava normal. Aqueles tipos “estranhos” de tribos “estranhas” de sempre, os vendedores de bilhete de loteria gritando a plenos pulmões como de costume, as lojas com promoções irresistíveis e pra variar... “abarrotadas” de mulheres “histéricas” e afoitas por consumir ótimos produtos com preços melhores ainda, e eu inclusa no meio delas. Na terça-feira de manhã, ainda em casa, eu estava assistindo o jornal local e fiquei estarrecida com duas notícias: A primeira falava de uma família, cujo filho de apenas 17 anos, morrera em Curitiba, e ao receber o corpo constatara que, recebera o corpo errado. Isso mesmo! O IML havia trocado os corpos numa total falta de respeito. No mesmo noticiário, o repórter mostrava uma mulher de 34 anos que passou mal em um ponto de ônibus, os transeuntes acionaram o SAMU, várias pessoas ligaram inclusive uma viatura da PM, mas o SAMU só atendeu ao chamado 40 minutos depois, quando já não se podia fazer mais nada e a mulher veio a óbito. Após a chegada do SAMU e constatado o falecimento da jovem senhora, o IML foi chamado para recolher o cadáver e só atendeu a ocorrência após 04 horas... Pasmem! Por quatro longas horas o corpo da mulher ficou no ponto do ônibus jogado no chão. De novo a incompetência do IML. Aliás, o IML já estampou as capas de jornais, pois acumulava dezenas de corpos empilhados, em um único freezer, e o pior... em péssimo estado de conservação. É... parece que a coisa vai mal mesmo por aqui. Sem contar que o governador, ao invés de se preocupar com esse tipo de problema, perde tempo exonerando o chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná, que no passado fizera um filme erótico. Quanto falso moralismo. Quanta hipocrisia. Se o rapaz é competente e capacitado para o cargo que desempenha, ele falou em entrevista na TV que é formado em gestão ambiental, qual o mal em ser ator e ter feito um filme de gosto duvidoso? O senador Roberto Requião, criticou a indicação de Valter Pagliosa, indicado para o cargo. Nossa senador... que falta do que fazer, heim? Será que o senhor ainda não percebeu que está no meio de algo muito mais “pecaminoso”? Será que seu ambiente de trabalho é mais digno que o set de gravação de um filme pornô? Pior que o governado Richa, demitiu o ex-ator... engraçado... Roubar, ser desonesto e ter ficha mais do que suja pode, desde que a roubalheira não agrida a moral e os bons costumes nem afronte a “sagrada família”. Curitiba está uma bagunça... Se os políticos estivessem cuidando dos seus afazeres, não teriam nem tempo de se prestarem a papel tão ridículo. Fiquei decepcionada com o que encontrei em Curitiba dessa vez. Confira abaixo as notícias na íntegra. Beijos da Feia.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Essa tem dedo podre!!!
Ontem, (domingo, 3/4/ 2011), eu conversava com a Zeneida, pessoa que conheci através de uma amiga em comum. Papo vai... papo vem... e ela me contava que veio para nossa cidade para “espairecer”. Falou que seu relacionamento está passando por uma crise e narrou as suas 03 histórias de amor... ou desamor. Seu primeiro casamento foi um fracasso. Sofrimento, dor, filhos, mais dor e separação.
Zeneida e Clóvis se conheceram quando ela estava saindo do segundo malfadado relacionamento e o viu imediatamente como sua “tábua de salvação”. O relacionamento anterior, durou 4 anos, onde ela sofrera muito, pois apaixonara-se por um rapaz presidiário bem mais jovem. Clóvis também é mais novo e igualmente era presidiário quando se conheceram. Zeneida amparou e ajudou os companheiros como pode, tendo sido a principal responsável, inclusive, pela saída dos dois da prisão. Dois relacionamentos com homens complicados e problemáticos. Parece que tem mulher que procura "sarna pra se coçar". A famosa "dedo podre".
Clóvis e Zeneida se casaram há mais ou menos um ano e o relacionamento já dura 10 anos. Ela tem sofrido desde que ele está em liberdade, pois como ficou mais de uma década enclausurado, quer recuperar no tempo perdido, se envolvendo com muitas mulheres, num desrespeito acintoso à esposa.
Clóvis e Zeneida se casaram há mais ou menos um ano e o relacionamento já dura 10 anos. Ela tem sofrido desde que ele está em liberdade, pois como ficou mais de uma década enclausurado, quer recuperar no tempo perdido, se envolvendo com muitas mulheres, num desrespeito acintoso à esposa.
Sei que você deve estar se perguntando: Como é a Zeneida? Ela é bonita, inteligente, simpática, falante, culta (tem 2 faculdades) e independente, tendo um salário muito, diga-se de passagem. Aí outras perguntas surgem? O que leva uma mulher com tantas qualidades a procurar relacionamentos tão confusos e descompensatórios? O que a impulsiona a procurar homens em situação de extrema necessidade, os “adotar” e contentar-se com um retorno tão ínfimo? Será que ela tem buscado um relacionamento parecido com o que tem com os filhos? Será que quer ser a protetora dos parceiros ou gosta mesmo de sofrer? Passei a tarde me fazendo essas e tantas outras perguntas e não consegui chegar a nenhuma resposta plausível para o comportamento tão, digamos “destrutivo” da Zeneida que ao meu ver, não se ama. Se ela não se ama, como pode querer o amor de outras pessoas.
Na minha opinião, essa mulher poderia estar feliz, quem sabe até sozinha. Vejo Zeneida como mais um daqueles casos clássicos de falta de amor próprio. Pessoas que se sujeitam a dar muito e receber pouco, ou quase nada. Fiquei penalizada com a situação da moça e a aconselhei a procurar um apoio terapêutico. Tenho certeza que um bom profissional irá ajudá-la a se conhecer melhor, a entender suas emoções e a lidá-las com elas. A aumentar a sua auto estima e quem sabe assim, Zeneida olhe para dentro de si e consiga ver a mulher maravilhosa que é. Espero que consiga ver que pode ser a melhor companhia para ela própria.
Beijos da Lu e não esqueçam de deixar seus comentários.
* Zeneida e Clóvis são nomes fictícios usados para preservar a verdadeira identidade dos envolvidos.
domingo, 3 de abril de 2011
Coisas de Lu
Não me perguntem porque, mas resolvi criar outro blog. Acho o “Coisas de Lu” mais parecido comigo. Muitas pessoas não entendem o nome Feia, Pobre e Burra ou não "simpatizam" com ele. Vou importar tudo do Feia para cá. Pretendo manter os dois, por quanto tempo não sei... Acho que quem está no Feia gosta do Feia e não sei se essas pessoas aceitariam “migrar” para cá. Se isso acontecer, só "Coisas de Lu" sobreviverá, até porque, gosto do endereço http://www.ludeoliveira.blogspot.com/. Ficou simpático, não é? Se você também gostou, faça seus comentários. Então... seja bem vindo ao coisas de Lu. Beijos
ludeoliveira@uol.com.br
ludeoliveira@uol.com.br
segunda-feira, 28 de março de 2011
Estrada... Que estrada?
Eu sei que muita gente está reclamando sobre as condições da estrada e eu só serei mais uma... Talvez isso nem seja original, mas se eu não reclamasse não seria eu, não é? Gente... a estrada que liga Laranjal do Jari está uma lástima. Em dois trechos inclusive, quando chove fica intrafegável. Os ônibus precisam voltar da Ladeira do Arapiranga porque simplemsmente não conseguem subir. QUando eu estava indo para Macapá na sexta-feira, pude ver duas placas gigantescas com valores mais gigantescos ainda que informam sobre a conservação e manutenção da estrada, fico pensando... e se pegassem todo o dinheiro que é empregado nessas "manutenções" todo ano, será que essa estrada já não estaria asfaltada? Deixa eu dar um exemplo para que vocês tenham uma idéia do problema: O ônibus que saiu de Macapá ontem às 21h, chegou em Laranjal hoje às 13 horas. São apenas 289 kilômetros. Parece piada, né? Pois é, enquanto no Japão o governo construi em 6 dias uma estrada destruída pelo terremoto, nós do sul do Amapá esperamos há infinitas décadas pelo asfaltamente da nossa BR. Vocês não conseguem imaginar o quanto nosso povo sofre. Imagine um enfermo que precise ser deslocado para a capital com a estrada nesse estado. Nosso custo de vida vai lá em cima. Parece que os políticos não conseguem visualizar o prejuízo do próprio estado com a estrada na condiçõe que se encontra. Ou será que eu que sou muito ingênua? Claro que é mais vantajoso gastar com a manutenção do que fazer algo mais definitivo. Gostaria muito de ver esses políticos andando de ônibus pela nossa BR. Queria ver se depois que enfrentassem todo tipo de sorte na estrada, dentro de ônibus em péssimas condições e sujeitos a um perigo extremo se teriam ainda coragem de vir pedir voto aqui. Acho que o Vale do Jari deveria fazer uma abstinência maciça nas próximas eleições. Que tal se a comunidade fizesse um boicote e não elegesse ninguém? É... o candidato vem aqui, pede voto... promete... e depois que leva, esquece de tudo que falou ou prometeu. Deve ser amnésia. Fica meu protesto e minha indignação com nossos governantes que não fzem nada para asfaltar nossa estrada. Não queremos mais embromação, maquiagem, "remendinho" aqui e acolá... Queremos o pretinho. Queremos chegar mais rápido a qualquer lugar. Queremos que nossa mercadoria chegue a um custo mais razoável. Queremos que o desenvolvimento venha a galope para o nosso Laranjal do Jari. Queremos que nossa região tenha mais opção de cursos, de laboratórios, e principalmente de médicos. Hoje contamos apenas com um consultório particular e a especialidade é ginecologia e obstetrícia e mais nada. É lamentável que o terceiro maior município do estado em arrecadação e número de eleitores passe por esse suplício! Fomos abandonados, ou melhor... somos abandonado. Sempre! Acorda Jari. Acorda população. Acho que precisamos fazer barulho para acordarmos esses políticos que dormem em berço esplêndido. Temos que mostrar que existimos. Que estamos vivos. Se alguém tiver alguma grande idéia e for fazer algum movimento... vou parafrasear aquela música do Sidney Magal: E.. eô..eô...Me chama que vou! Beijos da Feia indignada.
domingo, 20 de março de 2011
Não quero que ninguém me ame!
Não quero que ninguém me ame. Quero ser respeitada. Não quero amores forçados. Pode ser até amor comprado, mas “falsificado” não. Se o amor for comprado, sei que estou comprando, sei pelo tipo de sentimento que estou pagando e sei muito bem de quem vem. Se o sentimento é forçado, não tem valor. Não quero pessoas “puxando meu saco” e dizendo que gostam de mim, que sou “legal” e “divertida”. Eu sei o que sou. Não preciso de pessoas medíocres, mesquinhas e pequenas me rotulando. Cuidado! Posso não ser tão boazinha assim. Já falei mais de “trocentas” vezes que sou rancorosa e tenho uma dificuldade de perdoar que me mata! Só que sou sincera, não escondo meus “defeitos”. Tenho uma lealdade japonesa para com meus "inimigos". Odeio e ODEIO mesmo quando alguém, que eu sei que apenas me “tolera” vem de risinhos falsos para o meu lado ou pior, com elogios desnecessários e totalmente "mal colocados" no contexto. Vade Retro. Tirando a minha família, tenho um amigo chamado DINHEIRO, ele não é muito "grande", digamos assim, mas me proporciona muitas alegrias. Infelizmente tenho que ser fria nesse sentido. Jamais vou pedir um favor a alguém conhecidamente falso para comigo se eu puder pagar a um estranho para fazê-lo. Gostaria muito que todas as pessoas que eu conheço pudessem ler essa crônica, acho que isso evitaria que muitas pessoas fizessem papéis tão lastimáveis. Elas agiriam com um mínimo de dignidade, apenas cumprimentando com um educado e cordial BOM DIA àqueles por quem não têm simpatia ou apreço. Vamos deixar a hipocrisia de lado. Desculpem-me queridos leitores do Feia... mas não suporto falsidade. Infelizmente ou felizmente sou assim e não quero mudar. Beijos e excelente semana para todos nós!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Teoria da Conspiração: Isso existe???
Teoria da Conspiração... Isso existe? Às vezes eu penso que sim. Não raro, sinto como se a humanidade estivesse conspirando contra mim. Sabe aquela impressão de que o mundo te odeia? Pois é... Já me peguei com pensamentos de perseguição, tipo assim: Ninguém gosta de mim. Estão tramando nas minhas costas. Fico imaginando que todos falam mal de mim e me criticam na “surdina”. Já senti isso. Juro. Já fiquei com a idéia fixa de que todo mundo cochichava a meu respeito e me censuravam, e me criticavam, e me boicotavam. As coisas aconteciam naturalmente, mas eu cria piamente que alguém havia planejado tudo. Na minha cabeça, uma pessoa ou mais passava horas fazendo planos de como “me ferrar”, de como fazer eu me dar mal. Às vezes eu mesma me fazia mal e procurava “sarna pra me coçar” ou como diz minha mãe: “procurava chifre na cabeça de cavalo”. Que coisa maluca, né? Até parece a teoria da caneta BIC! Brincadeiras a parte, na verdade, eu estava “meio” paranóica. Lunática. Neurótica talvez. Será? Acho que criei a Conspiração da TPM! Sempre que estou de TPM fico assim, hiper, super, ultra, mega, sensível. Algumas pessoas, principalmente os homens, não conseguem assimilar bem esse lance de TPM. Isso não quer dizer que eu descarte totalmente a teoria da conspiração, acredito que ela, em determinado momento, exista mesmo. Afinal.... o mundo é cheio de “filhos da mãe”, que querem sempre te ver ferrado. Não é? Já falei “N” vezes sobre isso. Sempre tem uma invejosa de plantão. Pessoas que não conseguem aceitar que somos mais que um “rostinho lindo” e um “corpinho gostoso” *muitos risos* Sabe, tenho me vigiado muito para não usar essa teoria contra outras pessoas, sei como é ruim ter alguém conspirando contra nós o tempo todo. Quero ser santa... já disse isso. Não sei se vou conseguir, mas que estou tentando... ah isso estou!!! Heehehehehehehee.... Beijos da Feia.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Línguas Ferinas
Não sei bem como começar... mas como tudo na vida tem que ter um começo... vamos lá. Sempre nas minhas postagens, digo que não me importo com aquilo que falam de mim... é aquela história: " Falem bem ou mal mas falem de mim". Todas as vezes que abordei o assunto, sempre fui enfática ao afirmar que não me incomodo em saber que uma ou outra pessoa fala mal de mim. Nossa... eu que digo que “odeio” mentira, acabo de me descobrir uma grandessíssima de uma mentirosa. Claro que me importo SIM! Claro que tudo isso me incomoda! Me sinto profundamente atingida, principalmente, quando é em cima de fatos infundados, quando os comentários são nocivos, e partem de pessoas mesquinhas e invejosas. Na verdade, creio piamente que qualquer pessoa se ressinta de comentários mentirosos e inverídicos. Uma coisa é falarem de você quando você está com “culpa no cartório” e outra é você ser vítima de boatos ou suposições de pessoas que distorcem os fatos. Não vou dizer que nunca fiz um julgamento precipitado, somos todos passíveis de erros, mas sempre que pude, desfiz o mal entendido, fiz a “mea culpa” e procurei, ou defender a pessoa afetada ou no mínimo “enterrar” o assunto para sempre, pelo menos para mim. Acho que nessa questão entra aquele ponto do julgamento e da condenação. Fico horrorizada como tem pessoas que parecem que “alimentam” as suas almas com comentários maledicentes. Quando fazem uma fofoca, ficam com aquele brilho “estranho” no olhar, ficam com aquela “carinha” de satisfação, de realização... Se pudéssemos ver em seu interior, poderíamos jurar que aquela criatura estava tendo “orgasmos múltiplos”... e o pior de tudo: Fazem isso e ficam com a maior “cara de paisagem”, sendo inclusive capazes de, fazer comentários do tipo: “Nossa!! como tem gente ruim e maledicente nesse mundo!”. Pois é, e eu nessas horas mal consigo disfarçar minha "cara de bunda"! Na verdade, fico com extrema vontade de falar para a pessoa que sei de tudo, esbravejar com palavras de baixo calão ou na pior da hipótese partir para a “porrada” mesmo... Mas reflito: De que isso adiantaria? Mudaria o jeito de ser da pessoa? Apagaria a fofoca espalhada? Provaria para os outros que aquilo que ela dissera era mentira? A resposta é não para nenhuma das perguntas. Talvez isso até complicasse ainda mais a situação. Então... deixo pra lá... tento ser mais “precavida” com a pessoa, fico de “antenas ligadas” e sempre com o "pé atrás". Faço mais: Incluo a “criatura” energúmena” nas minhas orações. Peço que Deus me defenda dela, que ela me esqueça, não me enxergue... e a mantenha bem... mas bemmmmm longe de mim...ahahahahahahahaha.....
Beijos da Feia.
Beijos da Feia.
quarta-feira, 2 de março de 2011
O DIA QUE PASSA
Recebi essa crônica do amigo Sebastião Grégio, gregiogregio@gmail.com.br que gentilmente permitiu-me que a publicasse aqui. Adorei... como sempre! Achei leve e com aquele toque de humor que tanto gosto nos textos dele. Deliciem-se amigos. Beijos da Feia.
Fim de tarde chuvoso...
Juntou tudo, fim de tarde, fim de semana e quase fim da paciência. De novo ônibus lotado.
Ainda mais que as artérias principais da cidade se enchiam de água e reclamações, feito coração de jovem apaixonado. E a mídia fazendo média com a indignação coletiva.
Não sou um “neoecochato”. Uso o transporte coletivo por conveniência e comodidade.
Entre o colorido das placas de néon anunciando as novidades, outdoors e semáforos, vidas e diálogos surreais, muitos deles dignos de uma obra de Salvador Dali, a vida passa.
Olhar perdido nas janelas embaçadas pelo de calor de “muitas gentes”, mormaço de asfalto quente e cheiro de suor. Ouvidos alertas para diálogos improváveis.
Duas jovens agarradinhas sussurravam juras de amor eterno, alheias aos olhares despudorados de reprovação da patuléia, um senhor de bigode transmitia a imagem de quem levava uma bronca da patroa pelo celular: “sim querida, sim querida, eu entendo”, dizia o pobre diabo.
E a magricela de dentes saltados para fora, mais pro estilo Fio Maravilha, contava em viva voz à colega deslumbrada suas aventuras e desventuras com o Nelson nos finais de semana.
Que pena do Nelson! Pela conversa desenhei a figura: baixinho, magro, dentes amarelados pelo cigarro e amante de três coisas: água etílica, dança de salão e a magrelinha. Suponho...
Nova parada. Arregalei os olhos. Sobe uma senhora, tipo imagem de um quadro de Botero, carregando umas vinte sacolas de supermercado, cheias. Atrás dela a prole: uma gordinha de celular vermelho ouvindo um rap no último volume e três rechonchudinhos encapetados que tentavam se aboletar no antigo lugar do cobrador.
De repente a gorda das sacolas gritou:
_ “ Fia, liga pra Lú que vamo pará na casa dela. Num dá pra chega em casa com essa chuvarada.
_ Ah, e fala pra ela prepara um lanchinho ou uma sopinha, emendou.
Fiquei a imaginar quem seria a pobre Lú. Lanchinho ou sopinha para aquela turma é gozação. Bota aumentativo nisso.
A cada parada descem mais do que sobem. O centro da cidade vai ficando para trás.
O ronco do motor refletia o cansaço dos últimos passageiros.
Ônibus quase vazio, as duas mocinhas abraçadinhas nem viram o tempo passar.
Desço. Aceno um boa noite para o motorista.
Amanhã, final de semana, quem sabe encontro a loura balzaqueana.
Segunda-feira é o recomeço. Tudo novo no velho ônibus, pois a vida não é rotina.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Luíza Mell. Nossa doçura!
Este é o nome da “doçura” que invadiu nossas vidas. Deus nos presenteou com uma pequena menina de olhinhos azuis, pele branquinha e cachinhos castanhos. Luíza parece ser feliz. Ela é feliz. É amada. Que encanto. Que mel de menina. Acorda cedo com sua boquinha com poucos dentes, mas completamente cheia de sorrisos. Dá gosto de ouvir seus gritinhos ecoando pela casa. Menina da “Cara de Lúcio”, menina “Bomba da Tunica”, “Cagoninha”, “Princesinha”...Fico imaginando de quantas coisinhas a chamaremos por toda a sua vidinha, de quantos apelidos carinhosos lhe daremos, de quantas fotos e vídeos faremos. Quantas postagens farei pra você? Tem coisas que são imensuráveis e uma delas é, da quantidade de amor que sentiremos por você. Doce Luíza. Doce Mell. Menina que não ri: gargalha! Não balbucia: Grita. Pequena mas intensa. Compacta, mas gigante. Assim é a nossa menina. Assim é a minha sobrinha. Luíza Mell. Luíza Vida. Luíza Flor. Traduzindo: LUÍZA AMOR!!!
Cara de séria!
Chupando meus dedinhos desconfiadamente...
Chupando meus dedinhos com vontade mesmo! E dai?...hehehehehe...
Orelhinhas da Minie... Não fiquei uma FOFA?
Sou feliz.
Sou extremamente feliz!!!!
Isso é só um nú artístico!
Ainda vou matar minha tia por isso!!! Afffeee.....
Procurando sinais de dentinhos.
Olha que lindinha eu de Minie...>>> Mini Lúcio!
Meu soninho de beleza... Ei! Cadê minha privacidade?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Flores Mortas: EU AS MATEI!
Dias atrás eu estava pensando em uma situação recente mas que me remete ao meu passado. Quando eu erra “um ser errante”, espera que eu explico: o Nilson trabalhava em uma construtora na área de rodovias. Ele era transferido de cidade em cidade e muitas vezes, mudávamos de estado. Chegávamos no início da obra já que ele era responsável pela administração e mobilização do canteiro e mesmo antes que a obra terminasse, já estávamos “levantando” acampamento. Até que era legal, nos mudamos inúmeras vezes e eu já era quase que uma especialista em arrumar “cacarada”. Um ponto muito ruim de uma situação assim é a questão das “raízes”. Eu sempre fui muito comunicativa e expansiva e achava que não era justo eu chegar em uma comunidade e não me envolver com os problemas do local. Creio que somos responsáveis pelo bom andamento da comunidade em que vivemos. Já contei pra vocês várias vezes que me apego fácil, me apaixono como uma velocidade que faz inveja ao Rubinho Barrichelo. Quando chegava a hora de ir embora daquela cidade eu ficava triste, mas nem tanto... a idéia de conhecer pessoas novas, lugares diferentes e ter que começar tudo outra vez suplantava os momentos de solidão ou de tristeza. Era tanta coisa pra fazer que não sobrava muito tempo para pensar na “morte da bezerra”. Pra ser sincera, muitas vezes eu me senti culpada por não ser mais “cuidadosa” com as amizades que deixei pra trás, não havia celular, nem internet e as coisas parece que eram mais difíceis do que hoje. Acho que nunca parei para pensar nos sentimentos daqueles que deixei, nunca pensei se me amavam ou se sentiam minha falta. Simplesmente não parei para me preocupar com isso. Alguns laços que foram significadamente importantes para mim foram desfeitos. Não reguei e nem cuidei de amizades que floriram por tanto tanto o meu coração, que me foram tão úteis... EU e somente EU deixei-as morrer à míngua, secas. EU AS MATEI! Por Deus eu peço meus queridos: ME PERDOEM! Felizmente consegui restabelecer alguns contatos com o advento do Orkut, Facebook e Msn. Mas muita coisa ficou perdida no tempo e só agora eu tenho consciência do que fiz. Como dizem que o que “aqui se faz aqui se paga”... acho que comecei a pagar e já estou sofrendo na carne por tudo que fiz... Tive recentemente um laço rompido abruptamente. Sem dó nem piedade! Fiz amizade com uma pessoa muito querida, por quem eu tinha muito carinho, respeito e apreço e esta pessoa foi transferida para outra cidade... Assim ela fez: não me disse adeus, não deixou um telefone de contato... sequer respondeu meus emails. Não sei se está bem, se está feliz, se já se “ajeitou” ou se ainda está viva. Fiquei triste, me senti “abandonadazinha”... mas entendi que, damos importância àquilo que realmente tem importância para nós. Percebo que classificamos as amizades por grau de relevância. Sei que errei por não ter alimentado as amizades, mas eu JURO que muitas vezes sentia um vazio enorme dentro do meu peito. Muitas vezes fiquei “doente”, tive depressão, angústia e ansiedade. Na época eu não sabia o que era... hoje eu sei que minha doença tinha nome: SAUDADE!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
A UM AUSENTE
Escrevi ontem sobre os amigos que deixei para trás e da maneira como o fiz, escrevi também como me senti quando fui "abandonada". Como não poderei postar o texto hoje, já que ficou em Laranjal e estou em Macapá, escolhi as palavras de Carlos Drummond de Andrade, onde ele fala mais ou menos sobre o mesmo assunto. Sabe quando o coração precisa gritar? Sabe quando é extremamente necessário tocar na ferida? Então... Espero que você goste deste maravilhoso poema e volte na segunda para conferir o texto... derepente, te devo um pedido de perdão. Beijos da Feia.
A UM AUSENTE
Carlos Drummond de Andrade
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Sou do BEM e me dou sempre BEM!
Às vezes me deparo com gente ruim, afinal... gente “peste” e “cavalo do cão” tem em todo lugar. Mas felizmente, acho que tenho sido contemplada pelo Divino, pois no meu pedaço “pinta” mais gente boa do que má... Nos últimos tres dias mesmo fui “ajudada” por uma equipe de “gente do bem”. Tive um problema dentário sério e minha dentista imediatamente acionou a Dra. Higina e o Dr. Nazareno. Sei que estou pagando e que quando a “grana cai” a coisa “flui” mais tranquilamente, mas é diferente. Acho que ambos os dentistas em questão, pelo porte da clínica em que trabalham e pelas ocupações extras que desenvolvem, poderiam se dar ao luxo de recusar o “trabalhinho extra” e me deixar “a ver navios”. O que vi nesses três profissionais foi aquele “algo a mais”. Foi aquela boa vontade de que tanto falo. Assim como eles, nunca me recusei a um favor profissional quando necessário, não me lembro de ter me negado a ajudar quem quer que fosse que estivesse precisando dos préstimos profissionais. O auxílio que tive, deve ser aquela tal da Lei do Retorno que tanto se fala. Eu estava realmente precisando, mas se a Dra. Higina dissesse que tinha compromissos inadiáveis e o Dr. Nazareno alegasse que tinha compromissos militares, nada poderia ser feito pela Dra. Isabel. Você acredita que todos eles ainda foram carinhosos e atenciosos comigo? Não é pra menos que fazem parte da "TURMA DO BEM". Eu confesso que sempre tive uma fobia de dentista, dessa vez me senti até à vontade. Em situações anteriores, já tive até que tomar calmantes para fazer tratamento. Quanto ao atendimento a mim prestado, não foi só "grana" porque o último dentista que consultei me cobrou uma "fortuna", fez uma grande de uma "M" e se isso não bastasse, ainda me tratou HIPER mal. JURO que é verdade! Então... voltando ao presente, como eu disse, por várias vezes a vida tem me dado uma “mãozinha” na hora que preciso. Do “nada” Deus levanta pessoas para me ajudar, quando eu penso que tudo está perdido, eis que uma luz se acende no final do túnel e tudo acaba bem. Isso é para mim uma prova concreta e real de que VALE a pena ser bom. Vale muito a pena ser generoso, prestativo e ter boa vontade. O próprio universo se encarrega de nos proporcionar a recompensa na hora exata. Não sei em que você acredita, se em Lei do Retorno, em recompensa divina, em carma ou em qualquer outra definição que explique esse “evento”, o que sei é que, vou continuar a fazer parte da turma do bem, não que quando eu faça algo espere recompensa... não preciso esperar.. ela irrefutavelmente vem. Sem que eu planeje, espere ou “arquitete”. A coisa simplesmente ACONTECE. Temos visto ultimamente que as pessoas querem levar vantagem em tudo, não querem fazer favores, não querem perder tempo, ser solidárias ou voluntárias. Vivemos num mundo capitalista “do cão”. Quer um conselho? Seja “BACANA”. Faz bem. Ah... meus agradecimentos à Dra. Isabel, Dra.Higina e Dr. Nazareno. Vocês são DEZ! Beijos da Feia.
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